Desdea Antiguidade
a Cigarra sempre suscitou o interesse.
Onde encontrar no mundo dos insectos uma fama similar?
Os Egípcios fazem
um símbolo da música e representam-o por do hiéroglyphe.
Os Gregos fazem o símbolo
da beleza, consta de certas peças de moeda as mulheres gregas punha
Cigarras de ouro como ornamento em seu penteado. Fechava-se em gaiolas,
para a ele propôr-se cantar. Homère comparava então
velhos os sábios, cercando o rei Priam, com cigarras.
Os Romanos e os seus diversos
sucessores, até aos nossos dias, apenas enganaram-se para o insecto
e a sua música. Para Virgile, era um canto rouco e desagradável.
Os Chineses fazem um "objecto"
ao modo. Um oficial, perto do imperador, nomeado "grande cigaliste",
levantava um exército de caçadores para fornecer aos aristocratas
cigarras vivas, em gaiola, para oferecer.
Os cantors, ao XIII èmes
séculos, levavam como sinal corporativo, uma cigarra secada, sobre
o seu chapéu.
Desde milhares de Cigarras de cerâmica foram vendido nas lojas
de lembranças, em Provença. Para os amadores, pode adquirir
em "O Soleil d'Antibes"
(acessos à loja )
das cerâmicas e diversas coxeado de
cigarras musicais que, abertos, deixa entender o seu canto. Algumas fazem
convoitise collectionneurs.
Aí está mais de um século os officinas Louis Sicard
à Aubagne produziram Cigarras de faiança (representado sobre
um ramo de oliveira com famosa a divisa provençale "Lou souleù
semi fá colocou").
Coutelier Gérard Julien, de Solliès-Pont, desesperava-se
de ver que a Provença não possuia, a exemplo das outras
regiões francesas, a sua faca
emblemática. Criou a faca: "Lou Prouvençau".
Provençal com a sua manga larga cortada oliveira, genévrier
ou buis e esculpida, seu saltar-se ornado de uma cigarra e a sua lâmina
guillochée de um sol. Agrada tanto como Gérard Julien realizou
qualquer gama, "vigneron" "Magali" passando pela colecção
marinha Esta faca é fabricado pela "Cutelaria ao Tamanco"
(visitar o seu sítio )
Encontramos a nossa Cigarra sobre os mapas postais; selo do correio ;
pintado ou em relevo sobre a louça; como objecto decorativo, em
porcelana ou terra cozida, em diferentes dimensões, fixar ao muro
ou pôr sobre guéridon; como pisa-papéis; numa caixa
à música, que, aberta ao sol, deixa entender o seu canto;
etc..